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Resumo dos resultados
A grande lição
que os resultados da pesquisa proporcionaram é
confirmar que o que é estimulante para
um pode ser desestimulante para outro. Os dez
fatores listados pela pesquisa tiveram pesos absolutamente
diferentes quando as respostas foram analisadas
separadamente pelas áreas: administrativa,
financeira, recursos humanos, tecnologia, comercial,
técnica e diretoria. As Práticas
que os gestores utilizam de forma generalizada
para motivar equipes podem ter efeitos catastróficos
no ambiente e clima organizacional quando não
são levadas em conta as peculiaridades
de cada universo. A que merece mais atenção
e cuidado é a política de competitividade.
Promover um ambiente de trabalho que estimula
a competição interna e externa deve
ser uma estratégia profundamente avaliada
antes de ser adotada. O que a pesquisa mostra
é que a competição é
motivo de estímulo para setores e níveis
específicos. Em outros, ela é vigorosamente
rejeitada, tornando-se fonte de estresse, insegurança
e insatisfação.
Setores onde as relações
humanas são a base do trabalho, o estímulo
à competição é uma
péssima estratégia. Entretanto,
nos níveis executivos e em alguns setores,
a competição já está
naturalmente incorporada ao escopo do trabalho
e é motivo de estímulo. A surpresa
é quando analisamos os resultados da área
comercial, onde o estímulo à competição
é prática quase default. Surpreendentemente,
os profissionais de vendas rejeitam a competição.
Oferecer a perspectiva de crescimento na empresa
e na carreira terá um efeito muito mais
motivador do que promover a competição
entre pares.
Os resultados completos
da pesquisa podem ser solicitados ao INSTITUTO
IMPRENDERE DESENVOLVIMENTO HUMANO que está
à disposição para promover
palestras sobre o tema, bem como desenvolver trabalhos
personalizados para as organizações
interessadas. Envie e-mail para secretaria@imprendere.org.br.
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